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	<title>Feira da Música &#187; Blog</title>
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	<description>Esta é a primeira feira de Negócios da Música Independente do Brasil</description>
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		<title>Fortaleza: Iniciada monitoração pela Crowley</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 20:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JMonteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena Musical]]></category>
		<category><![CDATA[E mais]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de setembro de 2010, a cidade de Fortaleza passa a contar com a monitoração musical e comercial nas rádios da cidade de Fortaleza, Ceará. Neste ano é a segunda expansão feita, agora territorial, sendo que ao menos mais 3 cidades serão incluídas até o fim de 2010. Em parceria com o grupo D&#38;E, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3049" class="wp-caption alignright" style="width: 199px"><img class="size-full wp-image-3049 " title="Rádios Monitoradas" src="http://www.feiradamusica.com.br/wp-content/uploads/grade-radios-monitoracao.jpg" alt="grade-radios-monitoracao" width="189" height="345" /><p class="wp-caption-text">Rádios Monitoradas</p></div>
<p style="text-align: justify;">A partir de setembro de 2010, a cidade de Fortaleza passa a contar com a monitoração musical e comercial nas rádios da cidade de Fortaleza, Ceará. Neste ano é a segunda expansão feita, agora territorial, sendo que ao menos mais 3 cidades serão incluídas até o fim de 2010. Em parceria com o grupo D&amp;E, a Crowley instalou seus equipamentos de monitoração de rádios capturando ao vivo as rádios locais. O processamento e tratamento das informações é feito integralmente no Rio de Janeiro como as demais cidades da cobertura. Assim, a Crowley adiciona mais uma cidade à sua Grade Básica de cobertura de rádios para o serviço MusicMedia de monitoração de músicas e MediaSpot de comerciais. Do ponto de vista musical atende a gravadoras, empresários, bandas, seja no mercado local, seja aumentando a visibilidade regional ou nacional. Do ponto de vista de atividade comercial, adiciona para Agências de Publicidade e Anunciantes públicos e privados mais uma importante capital. Entre os dia 15 e 17 de setembro, Paul Smith, diretor geral da Crowley estará em Fortaleza para apresentação do novo serviço ao mercado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MusicMedia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Serviço da Crowley que provê informações sobre execução das músicas nas rádios brasileiras, monitoradas eletronicamente por meio de seu sistema proprietário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MediaSpot</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Serviço da Crowley que provê informações sobre veiculação de comerciais nas rádios brasileiras, monitoradas eletronicamente por meio de seu sistema proprietário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Grades de Monitoração</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Listas de rádios cobertas por tipo de serviço.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3048 aligncenter" title="grade-monitoracao" src="http://www.feiradamusica.com.br/wp-content/uploads/grade-monitoracao.jpg" alt="grade-monitoracao" width="497" height="287" /></p>
<p style="text-align: left;">Fonte Original: <a href="http://www.musicnews.art.br/News.aspx?ID=31810">http://www.musicnews.art.br/</a></p>
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		<title>Conexão Vivo abre edital para patrocínio de projetos culturais</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 19:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JMonteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena Musical]]></category>
		<category><![CDATA[E mais]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde de 01° de setembro, o Conexão Vivo abre seu edital para projetos culturais por meio do site http://www.conexaovivo.com.br/editais. Estão aptos a cadastrar as iniciativas, produtores culturais que tenham projetos inscritos ou já aprovados em estados que possuam Leis Estaduais de Incentivo à Cultura – LEIC, que prevejam captação de recursos por meio de empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde de 01° de setembro, o Conexão Vivo abre seu edital para projetos culturais por meio do site <a href="http://www.conexaovivo.com.br/editais" target="_blank">http://www.conexaovivo.com.br/editais</a>. Estão aptos a cadastrar as iniciativas, produtores culturais que tenham projetos inscritos ou já aprovados em estados que possuam Leis Estaduais de Incentivo à Cultura – LEIC, que prevejam captação de recursos por meio de empresas privadas. Os estados abrangidos pelo edital são: Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Roraima.</p>
<p>Serão financiados projetos de pequeno e médio porte, sendo os primeiros com orçamento total inferior ou igual a R$ 100 mil, e os de médio porte com investimento total anual até R$ 500 mil reais, incluindo recursos incentivados e contrapartidas obrigatórias.</p>
<p>O edital seleciona também projetos não aprovados nas LEIC ou empreendidos em estados que não possuem tais leis. As propostas enviadas nessas condições formarão um banco de iniciativas que serão analisadas e incorporadas ao Programa Conexão Vivo, a depender da disponibilidade orçamentária e decisão estratégica da Equipe Gestora do Conexão Vivo.</p>
<p>O Conexão Vivo trabalha com o compartilhamento de informações, tecnologias e recursos humanos e financeiros para o fortalecimento de ações conjuntas que possam beneficiar e fortalecer o indivíduo, sua proposta e a rede de trabalho. O edital abrange todos os elos da cadeia produtiva e criativa da música e sua interface com outras áreas, priorizando o audiovisual.</p>
<p>Áreas de atuação</p>
<p>O Edital de Projetos Incentivados – Conexão Vivo 2010 é abrangente quanto aos tipos de projetos a serem apoiados. Entre as categorias previstas no edital estão: pesquisa, formação e qualificação do setor musical; distribuição (formas de distribuição musical física, digital, remunerada e para fins de divulgação); veiculação (programas de rádio, TV, web e para dispositivos móveis); blogs, sites e portais (criação e manutenção); circulação de shows e turnês; premiações e registros audiovisuais (longas, médias e curtas-metragens em formato de documentário ou ficção), entre outras.</p>
<p>Inscrições</p>
<p>A data limite para as inscrições é dia 20 de setembro. Os projetos somente serão aceitos mediante cadastramento no site, criação de um perfil, preenchimento da ficha de inscrição e upload dos arquivos solicitados. Os pedidos que cumpram todos os requisitos recebem confirmação com número de protocolo no e-mail especificado na ficha de inscrição.</p>
<p>Cada proponente pode apresentar até dois projetos, em inscrições separadas. Uma vez selecionado, o produtor terá a data limite de 31 de outubro para apresentação de cartas de aprovação ou certificados de aprovação das LEIC. Caso contrário, as iniciativas serão arquivadas em um banco de projetos de possível financiamento em 2011.</p>
<p>O prazo estimado para apresentação final dos resultados é de 60 dias, contados da data de seu encerramento.</p>
<p>Política Cultural &#8211; Conexão Vivo</p>
<p>A construção e articulação de redes culturais nacionais, em diferentes segmentos artísticos, é o foco da Política Cultural da Vivo, que tem no Conexão Vivo uma de suas principais iniciativas. Iniciado em 2001, e transformado em plataforma nacional em 2009, o programa reúne iniciativas de circulação de shows, festivais independentes, projetos coletivos e associativos para o desenvolvimento musical, residências criativas, gravação de CDs e DVDs individuais e coletivos, produção de videoclipes, programas de rádio, desenvolvimento cultural na web, atividades de qualificação, seminários, dentre outras.</p>
<p>Articulados de forma orgânica, os projetos e integrantes do Conexão Vivo constituem uma poderosa rede pelo desenvolvimento do setor musical brasileiro. A prova disso é que em 10 anos de história, os mais de 260 projetos financiados pelo Programa geraram cerca de 1.500 espetáculos assistidos por um público superior a 480 mil pessoas. Cerca de 300 atividades de capacitação foram realizadas e 260 mil produtos (CDs e DVDs) foram distribuídos física e virtualmente em todo o país.</p>
<p>Além disso, o programa também está presente em algumas das mais importantes iniciativas da cena musical brasileira, seja com o patrocínio a projetos ou parcerias artísticas em eventos de destaque no calendário nacional, como acontece com festivais independentes como o Jambolada, Arte na Praça, Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe Music e 53 HC Music Fest (Minas Gerais), Se Rasgum (Pará) e No Ar Coquetel Molotov (Pernambuco).</p>
<p>Fonte Original: <a href="http://www.musicnews.art.br/News.aspx?ID=31740">http://www.musicnews.art.br</a></p>
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		<title>Mimo começa a ocupar igrejas de Olinda, Recife e João Pessoa nesta quinta</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 17:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JMonteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena Musical]]></category>
		<category><![CDATA[E mais]]></category>

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		<description><![CDATA[A música vai ocupar cada canto das igrejas seculares de Olinda, a partir desta quinta-feira (2). Até a próxima terça-feira (7), acontece a Mostra Internacional de Música em Olinda (MIMO). Uma oportunidade de ouvir grandes nomes e novos talentos, sem pagar nada, em lugares que por si só já encantam.
O festival vai ocupar cada canto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A música vai ocupar cada canto das igrejas seculares de Olinda, a partir desta quinta-feira (2). Até a próxima terça-feira (7), acontece a <strong>Mostra Internacional de Música em Olinda</strong> (MIMO). Uma oportunidade de ouvir grandes nomes e novos talentos, sem pagar nada, em lugares que por si só já encantam.</p>
<p>O festival vai ocupar cada canto de igrejas seculares de Pernambuco e da Paraíba. Ao todo, são 16 igrejas que cedem seus encantos e espaço à MIMO. Os concertos começam com convidados especiais. Muitos vêm de fora só para participar da MIMO. “Nomes como McCoy Tyner Trio, com Gary Bartz – uma lenda do jazz. Também o Mario Canonge, da França. Grupos de jazz cigano. O Selmer #607”, disse a diretora geral da MIMO, Lú Araújo.</p>
<p>Se os concertos ainda não começaram, não se assuste se ouvir algum som. Há quatro anos, a MIMO realiza a etapa educativa, que cresce a cada ano. Desta vez são Master Classes, workshops, curso de regência e cinco oficinas de formação de orquestras. “As oficinas trabalham com essa demanda de músicos que vêm para o festival”, explicou o coordenador da etapa educativa, Caio Cézar.</p>
<p>Na de cordas dedilhadas, dois alunos chamam atenção. Frederico e Frederico, de 11 anos. Pai e filho. Dois apaixonados pelo bandolim. “Estou achando interessante. Acho que vai ser bom”, contou Frederico Soares Távora Júnior.</p>
<p>A violinista Karolayne Cavalcante participou de todas as etapas educativas. Experiência que ela soube aproveitar bem. Agora, ela prepara as malas, pois ganhou uma bolsa para estudar violino nos Estados Unidos. “Se eu não tivesse feito essa Master Class, eu não teria viajado”, disse.</p>
<p>Ser músico ou não, isto é o que menos importa. A Mostra Internacional é para todos que são capazes de sentir a beleza da música com os ouvidos e o coração.</p>
<p>A MIMO terá apresentações nas igrejas de Olinda, do Recife e de João Pessoa, na Paraíba. O primeiro concerto, em Olinda, é às 10h, no mosteiro de São Bento. Às 20h30, tem apresentação da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, sob a regência de Isaac Karabtchevsky, na igreja da Sé.</p>
<p>Também será lançado um livro com a biografia do músico Wagner Tiso, o homenageado da MIMO este ano. O livro, escrito por Beatriz Coelho da Silva, será lançado às 19h, na Livraria Cultura, no bairro do Recife.</p>
<p>Fonte Original: <a href="http://www.mimo.art.br/imprensa/view/52/mimo-comeca-a-ocupar-igrejas-de-olinda-recife-e-joao-pessoa-nesta-quinta">http://www.mimo.art.br</a></p>
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		<title>iMusica completa dez anos e se consolida como o maior atacadista musical brasileiro</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 19:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feira da Música 2010</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena Musical]]></category>
		<category><![CDATA[E mais]]></category>
		<category><![CDATA[Música e Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[iMusica completa dez anos e se consolida como o maior atacadista musical brasileiro
Cotidiano Digital &#8211; Da Redação
O mercado da música digital está em plena ascensão. Em 2009, faturou R$ 42,7 milhões. Desse total, 58,7% foram representados por receitas advindas da Internet (R$ 25.121 milhões) e 41,3%, vendas de música digital via telefonia móvel (R$ 17.657 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>iMusica completa dez anos e se consolida como o maior atacadista musical brasileiro</p>
<p>Cotidiano Digital &#8211; Da Redação</p>
<p>O mercado da música digital está em plena ascensão. Em 2009, faturou R$ 42,7 milhões. Desse total, 58,7% foram representados por receitas advindas da Internet (R$ 25.121 milhões) e 41,3%, vendas de música digital via telefonia móvel (R$ 17.657 milhões). Esse total representa 11,9% da indústria da música do Brasil, segundo a Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD).</p>
<p>Nessa onda de crescimento, uma empresa da Ideiasnet &#8211; que desenvolve projetos e adquire participações em companhias do setor de Tecnologia Mídia e Telecomunicações (TMT) no Brasil com ações negociadas na Bovespa -, a iMusica Corporation (<a href="www.imusicacorp.com.br">www.imusicacorp.com.br</a>) se consolida como a maior empresa atacadista musical brasileira, já expandindo negócios para Guatemala, Jamaica, Porto Rico e República Dominicana, em parceria com a America Movil.</p>
<p>Com dez anos de atividade, a iMusic fechou o primeiro semestre deste ano com aumento de 440% no número de downloads nos canais web e mobile, na comparação com o mesmo período no ano passado e o faturamento da empresa aumentou em 100% em relação aos seis primeiros meses de 2009. Segundo a companhia, a expectativa de crescimento da receita para 2010 é 145%. </p>
<p>Na última década, os sócios-executivos da empresa Felippe Llerena e Paulo Lima acompanharam mudanças drásticas no mercado fonográfico. &#8220;Se em 2002 a pirataria dominava a web e a iMusica possuía pouco mais de 10 mil músicas em seu acervo, atualmente temos 10 milhões de fonogramas licenciados por todas as grandes gravadoras e milhares de selos independentes de todo o mundo&#8221;, conta Felippe Llerena, Diretor Executivo &#038; Conteúdo da iMusica.</p>
<p>Segundo ele, com o acervo atual, a iMusica alimenta os principais sites de download no Brasil, todas as operadoras de telefonia móvel brasileiras, nove operadoras do Grupo America Movil na América latina, exporta fonogramas de gravadoras brasileiras independentes para lojas online internacionais, tais como iTunes entre mais outras centenas, e ainda oferece soluções de conteúdo digital para as agências como WMcCann, Artplan e para marcas como Nestlé, Coca-Cola, Dell, Samsung, Microsoft, Skol, MTV Brasil, Garoto, Lacta, LG, Sony, Tic Tac, Santander, Embratel e Sony.</p>
<p>“Atualmente há inúmeras possibilidades de comércio com o áudio digital, seja para licenciar canções para celulares, seja para trilha sonora de games, mercado publicitário ou cartões de download. A música auxilia no aumento da percepção de uma marca ou produto, torna seu relacionamento com consumidores mais emocional, incrementa a penetração e integração de marcas no cobiçado universo das mídias sociais e em alguns casos, até mesmo acaba por aumentar as vendas”, conclui Felippe.</p>
<p>Fonte original: <a href="Cotidiano Digital - Da Redação O mercado da música digital está em plena ascensão. Em 2009, faturou R$ 42,7 milhões. Desse total, 58,7% foram representados por receitas advindas da Internet (R$ 25.121 milhões) e 41,3%, vendas de música digital via telefonia móvel (R$ 17.657 milhões). Esse total representa 11,9% da indústria da música do Brasil, segundo a Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD). Nessa onda de crescimento, uma empresa da Ideiasnet - que desenvolve projetos e adquire participações em companhias do setor de Tecnologia Mídia e Telecomunicações (TMT) no Brasil com ações negociadas na Bovespa -, a iMusica Corporation (www.imusicacorp.com.br) se consolida como a maior empresa atacadista musical brasileira, já expandindo negócios para Guatemala, Jamaica, Porto Rico e República Dominicana, em parceria com a America Movil. Com dez anos de atividade, a iMusic fechou o primeiro semestre deste ano com aumento de 440% no número de downloads nos canais web e mobile, na comparação com o mesmo período no ano passado e o faturamento da empresa aumentou em 100% em relação aos seis primeiros meses de 2009. Segundo a companhia, a expectativa de crescimento da receita para 2010 é 145%. Na última década, os sócios-executivos da empresa Felippe Llerena e Paulo Lima acompanharam mudanças drásticas no mercado fonográfico. "Se em 2002 a pirataria dominava a web e a iMusica possuía pouco mais de 10 mil músicas em seu acervo, atualmente temos 10 milhões de fonogramas licenciados por todas as grandes gravadoras e milhares de selos independentes de todo o mundo", conta Felippe Llerena, Diretor Executivo &#038; Conteúdo da iMusica. Segundo ele, com o acervo atual, a iMusica alimenta os principais sites de download no Brasil, todas as operadoras de telefonia móvel brasileiras, nove operadoras do Grupo America Movil na América latina, exporta fonogramas de gravadoras brasileiras independentes para lojas online internacionais, tais como iTunes entre mais outras centenas, e ainda oferece soluções de conteúdo digital para as agências como WMcCann, Artplan e para marcas como Nestlé, Coca-Cola, Dell, Samsung, Microsoft, Skol, MTV Brasil, Garoto, Lacta, LG, Sony, Tic Tac, Santander, Embratel e Sony. “Atualmente há inúmeras possibilidades de comércio com o áudio digital, seja para licenciar canções para celulares, seja para trilha sonora de games, mercado publicitário ou cartões de download. A música auxilia no aumento da percepção de uma marca ou produto, torna seu relacionamento com consumidores mais emocional, incrementa a penetração e integração de marcas no cobiçado universo das mídias sociais e em alguns casos, até mesmo acaba por aumentar as vendas”, conclui Felippe. Fonte original: http://www.cotidianodigital.com.br/menu_07/noticia.asp?id=1152">http://www.cotidianodigital.com.br/menu_07/noticia.asp?id=1152</a></p>
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		<title>Um passeio pela realidade do mercado independente</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 18:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feira da Música 2010</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cena Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Feira 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Crônica escrita pelo jornalista Luciano Matos (BA) e publicada originalmente através do blog El Cabong 
Corrida para o aeroporto depois de almoço rápido e uma manhã de intenso trabalho. Atraso no vôo. Conexão e mais de uma hora de espera, sem muito o que fazer. O que leva um jornalista a sair do conforto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crônica escrita pelo jornalista Luciano Matos (BA) e publicada originalmente através do blog <a href="http://www.nemo.com.br/elcabong/?p=4006">El Cabong</a> </p>
<p>Corrida para o aeroporto depois de almoço rápido e uma manhã de intenso trabalho. Atraso no vôo. Conexão e mais de uma hora de espera, sem muito o que fazer. O que leva um jornalista a sair do conforto de sua casa, enfrentar o cotidiano irregular de viagens, dividir quarto de hotel e ainda correr de um lado para outro para ver shows de artistas desconhecidos da grande maioria? Alguns deles sem nenhum futuro pela frente, seja pela pouca qualidade, seja pelo ingrato mercado?</p>
<p>Deve ser a mesma coisa que move esses próprios artistas, bandas, produtores e toda uma cadeia de profissionais envolvidos com um mercado da música paralelo àquele que aparece na TV. Se o papo aqui fosse, porém, o grande mercado, que padece enfermo, mas ainda tem muito dinheiro e holofote, o aumento dos cifrões na conta do banco dos envolvidos justificaria todo contratempo.</p>
<p>Na Feira de Música de Fortaleza, assim como em diversas feiras semelhantes pelo Brasil e, mais ainda, em festivais durante todo o ano, o estímulo principal é a própria música. Com ou sem recurso, a idéia é levar adiante a criação, a criatividade, a produção própria ou de outros artistas à frente. O jornalista, a imprensa, os veículos de comunicação em geral nem dão muita bola para o que acontece naquela espécie de mundo paralelo, distante daquele de celebridades, flashs e grandes produções.</p>
<p>Quem está nesse circuito é, portanto, um pouco parte dele e enxerga ali algo que merece ser visto. Mas, mesmo conhecendo bem esse mundo, que ainda preserva o batismo de independente, o repórter se pergunta: o que leva as pessoas a toda essa mobilização? Poderiam estar gastando energia em mega shows, em produções de artistas já consagrados, tocando com gente rica e famosa. Poderiam estar produzindo artistas prontinhos, seguindo a fórmula do último verão, preocupados com os cabelos da moda ou apenas com a aparição naquele programa de domingo à tarde.</p>
<p>É fácil entender. Ainda mais quando se lembra da maioria dos artistas que têm sido premiados nos eventos de música “oficiais” de emissoras de televisão, ou o que aparecem como novidade de nossa música nas rádios. Há algo acontecendo na música brasileira, algo que tem muito menos a ver com show business e mais com criatividade, com novidade e com a idéia de se produzir música mais preocupada em qualidade do que em vender bilhões. Se gravadoras, TVs, rádios e a grande indústria parecem não dar a menor bola para isso, então, essa turma se junta e cria o próprio mercado.</p>
<p>Seus selos, eventos, festivais, produções e feiras, e até meios de comunicação, mobilizam um mercado que, sim, quer vender, atingir o máximo de pessoas possível, mas não abre mão disso por um punhado de dólares. Numa feira como essa, além de muita discussão sobre como viabilizar carreiras, circuitos, bandas e festivais, há troca de informação e, sim, até rodadas de negócios. Nelas, especialmente, artistas e seus produtores tentam mostrar o quão interessante são para gente de selo e, principalmente, de festivais e eventos que ocorrem pelo Brasil. Muitas vezes, focando na busca de espaço para mostrar trabalho e não, necessariamente, nos próprios cachês, um entrave ainda não solucionado nesse mercado.</p>
<p>O melhor é quando diante de todo esse quadro, num evento como a Feira de Música, se percebe que o público não é apenas aquele mesmo que freqüenta os já costumeiros pequenos shows do circuito. Quando se percebe que há um público sedento por novidade. Aquele mesmo, que passa ali para ver uma voz e violão de sempre, pára para assistir um show de um quarteto de trombones ou de um instrumentista vanguardista. Aquela turma que veio simplesmente comer em um restaurante chique, acompanha com atenção a uma banda disparando composições que nunca ouviu antes.</p>
<p>A proposta do evento é vista em diversas camisas coloridas estampadas com o mote “Permita-se ouvir” que passeiam pelo espaço, um enorme e belo centro cultural no meio de Fortaleza, batizado com o interessante nome de Dragão do Mar. Mais do que reunir pessoas, colocar artistas para tocar, fazer negócios, a idéia do produtor do evento,o simpático e empolgado Ivan Ferraro, é fazer com que as pessoas se abram para a imensa possibilidade de música oferecida, não só ali nos palcos, mas em todo país, através de sites, blogs, festivais, shows e nesse tal de circuito independente.</p>
<p>Artistas que podem surpreender até mesmo quem já anda por esses eventos, como a banda gaúcha Pública, que contagiou com um show cheio de adjetivos, que o jornalismo perdoa em casos como esse. Belo show de uma banda que atravessou o país, pagou parte das próprias despesas, apresentou-se para pouco mais de cem pessoas, tocou no outro dia em outra cidade do Nordeste, a 800 quilômetros dali, mas conseguiu cumprir muito bem seu papel.</p>
<p>Os bons shows de bandas como Autoramas, nome já veterano e respeitado nesse circuito e que já vem fazendo seguidas turnês no exterior, ou Canastra, ótima banda que traz os dias de hoje o clima e os sons dos anos 50, com sopros, baixo acústico e ótimas composições, mostram que há muito o que se ouvir por ali. Assim como vários outros que passaram pelos três palcos da Feira da Música em seus mais diversos estilos: o ska com frevo da Ska Maria Pastora, a surf music do The Dead Rocks, a musica nordestina moderna do Cabruêra, o rock fofo da Lulina, o forró contemporâneo da Naurêa, entre outros.</p>
<p>Essa música diversa, rica, nova, contemporânea, mas ainda se ajeitando para se tornar viável, é quem move artistas,produtores, festivais,selos, blogs e jornalistas, como esse. Que prefere muito mais assistir a algo real, genuíno e, mesmo cheio de problemas, concreto e promissor, do que a acompanhar um mercado nauseabundo, com cartas marcadas e novidade fabricada em escritório de marketing. Na volta da Feira de Fortaleza, a sensação de estar assistindo algo verdadeiro acontecendo faz com que o repórter nem se lembre de atrasos, conexões, poucas horas dormidas ou outro qualquer contratempo. Bota o fone no ouvido, bota os CDs que comprou e ganhou para tocar… Senhores passageiros, sejam bem vindos a Salvador.</p>
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		<title>Rumos da Cultura da Música</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 19:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JMonteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena Musical]]></category>
		<category><![CDATA[E mais]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo de reunir pesquisadores, artistas e mediadores das cenas musicais da atualidade para discutir este conjunto de questões a partir de uma perspectiva multidisciplinar, foi realizado em 2010 o Seminário Internacional Rumos da Cultura da Música: negócios, estéticas, linguagens e audibilidades, numa parceria do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de reunir pesquisadores, artistas e mediadores das cenas musicais da atualidade para discutir este conjunto de questões a partir de uma perspectiva multidisciplinar, foi realizado em 2010 o Seminário Internacional <em>Rumos da Cultura da Música: negócios, estéticas, linguagens e audibilidades</em>, numa parceria do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense, através do Laboratório de Culturas Urbanas e Tecnologias da Comunicação – LabCult com o Globo Universidade.</p>
<p>Os trabalhos apresentados durante o Seminário foram reunidos nesta coletânea, analisando aspectos dos eixos temáticos acima mencionados a partir de uma abordagem multi-perspectivística, que tem em comum a escolha de objetos inusitados e as boas questões provocadas.</p>
<p>Assim, diversas são as temáticas exploradas: a história do mp3; a análise dos encontros musicais póstumos possibilitados pelas tecnologias de gravação; a reconfiguração da noção de performance musical a partir de etnografia realizada com jogadores do game Guitar Hero; a discussão das estratégias de fãs de artistas da música nas redes sociais. E ainda a discussão sobre os modos como músicos e produtores do cenário brasileiro estabeleceram seus critérios de autenticidade através de diferentes metaforizações do termo “tecnologia” , o papel da crítica musical em tempos de Internet e os novos circuitos de circulação da música.</p>
<p>Autores: Adriana Amaral, Benjamin Piekut, Bruno Nogueira, Felipe Trotta, Jason Stanyek, Jeder Janotti Junior, Jonathan Sterne, José Cláudio S. Castanheira, Kiri Miller, Lucas Waltenberg, Marildo Nercolini, Micael Herschmann, Rafael Sarpa, Santuza Cambraia Naves, Simone Pereira de Sá, Tatiana Bacal, Vinicius Andrade Pereira</p>
<p><strong>Sobre a organizadora</strong>:</p>
<p>Simone Pereira de Sá é cientista social e doutora em Comunicação e Cultura. É professora e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense e também professora do Curso de Mídia da UFF. Coordena o LabCult – Laboratório de Pesquisa em Culturas Urbanas e Tecnologias da Comunicação que reúne pesquisadores que exploram temáticas ligadas à reflexão sobre a história das tecnologias sonoras e o impacto da cibercultura na experiência de produção, circulação e consumo da música.</p>
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		<title>ABMI &#8211; Associação Brasileira da Música Independente promove seminário sobre o mercado digital</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 20:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feira da Música 2010</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena Musical]]></category>
		<category><![CDATA[E mais]]></category>
		<category><![CDATA[Música e Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Music News &#8211; 24/8/2010 &#8211; Por Paulo Almeida
A ABMI promove nos dias 26 e 27 de agosto, no Rio de Janeiro, um seminário sobre o mercado digital. O objetivo é a capacitação de seus associados, mas profissionais da área musical não ligados à ABMI também são bem vindos. Os palestrantes convidados são: Marcia Elena Almeida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><em style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;">Music News</em> &#8211; 24/8/2010 &#8211; Por Paulo Almeida</p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">A ABMI promove nos dias 26 e 27 de agosto, no Rio de Janeiro, um seminário sobre o mercado digital. O objetivo é a capacitação de seus associados, mas profissionais da área musical não ligados à ABMI também são bem vindos. Os palestrantes convidados são: Marcia Elena Almeida (Kappamakki Digital), Bruno Levinson, Renato Oliveira (TakeNet), Marcelo Frauches (M4U)  e João Rego (MK Music). Entre os temas abordados, o foco cairá sobre a geração de receita na era digital.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">O Seminário<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />Durante dois dias, os participantes receberão dicas de profissionais do meio e poderão trocar impressões e experiências. Modelos de negócios também serão analisados.<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />O seminário abordará: <br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />• Cenário atual: Consumidor e web 2.0 – o hábito de consumo de música definitivamente mudou. Entenda as diferenças.<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />• Distribuição digital: Principais canais / Modelos de Negócio/ Cadeia de Valor / Como preparar seu conteúdo para a distribuição digital.<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />• De onde vem a receita na internet? – além dos agregadores digitais e lojas virtuais há muito mais. Entenda o papel das entidades associativas e sociedades autorais no processo.<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />• De onde vem a receita no Mobile? – música pelo celular tem sido uma grande fonte de receita. Entenda o caminho para rentabilizar seu conteúdo.<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />• Dicas de promoção e marketing na rede &#8211; Redes Sociais + importância do clipe<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />• Sistemas de administração fonográfica – a ABMI está montando um sistema universal de administração fonográfica capaz de exportar conteúdo e emitir relatórios com um só clique.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify">
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">Os palestrantes<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />Marcia Elena Almeida (Kappamakki Digital) – Jornalista carioca formada pela UFRJ, ex-coordenadora do Curso de Music Business na ESPM-RJ e FASM-SP, esteve nos últimos anos à frente da área de conteúdo digital da Universal Music. Em 2008 montou a Kappamakki Digital responsável pelas estratégias de Marketing Digital e de Gestão, Distribuição e Oferta de Conteúdo para empresas como Vivo, Nokia, Coca-Cola, Claro e Warner Bros.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">Bruno Levinson &#8211; Profissional com experiência variada no mercado de comunicação. Sua principal característica é já ter passado por diversos elos da cadeia produtiva do mercado da música.  Recentemente foi Diretor de Conteúdo da Rádio MPB FM e fez a Direção Artística do Reveillon da Praia de Copacabana em 2010.  Antes disto foi Gerente de Marketing da Sony Music. Traz no currículo a realização de eventos e projetos associados a diversas marcas. É o criador do Festival Humaitá Pra Peixe que há dezesseis anos revela talentos como: Seu Jorge, Marcelo D2, Martnália, Maria Gadú, entre outros.  Bruno Levinson é reconhecido como um grande produtor de conteúdo para multiplataforma, a música com todas as suas possibilidades de utilização como ferramenta de comunicação.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">João Rego (MK Music) – Mestre em Administração de Empresas pelo IBMEC-RJ, com foco em Sistemas de Informação e Marketing. Graduado em Análise de Sistemas, tendo como linha de pesquisa, Redes de Distribuição Digital e Mercado de Entretenimento. Possui, ainda, especializações em: Gerência de Projetos pela PUC-RJ; Análise de Testes de Software, também pela PUC-RJ; além de Direito Digital pela FGV. Certificado em governança de TI pelo ISACA FOUNDATION ( Cobit 4.1 ). Desde 2005, é Gerente de Tecnologia da Informação do Grupo MK de Comunicação, líder nacional no segmento. Nos últimos anos tem firmado parceiras com os maiores portais de internet do país integrando a plataforma tecnológica para comercialização de música e agregadores de telefonia móvel. Coordenando as atividades de e-commerce, convergência de mídias e comunicação móvel. Na área acadêmica publica artigos em diversos congressos nacionais e internacionais, com linha de pesquisa voltada para o Marketing Digital, Business Intelligence, E-commerce WebSemântica e Redes P2P. Professor de MBAs e Pós-Graduação, já ministrou workshops e cadeiras em instituições como IBMEC, UFF, UFRJ, UNIRIO, FACHA, entre outras.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">Roberto Oliveira (TakeNet) &#8211; Graduado em Engenharia de Telecomunicações pela UFMG e pós-graduado em Finanças pelo Ibmec. Sócio fundador das empresas TakeNET, Minutrade, MobX,  Mobyra e Confrapar. Liderou a TakeNET desde o seu lançamento até a sua consolidação como lider do mercado de RingTones e SMS no Brasil. É o atual presidente do Conselho de Administração da TakeNET sendo o principal responsável por suas definições estratégicas. Coordena também o projeto de Música Digital na empresa.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">Marcelo Frauches (M4U) &#8211; Licenciado em Publicidade e Propaganda, com experiência em vendas e marketing digital, atuou em empresas como Americanas.com e Casa &amp; Vídeo. Atualmente responsável pela gestão de vendas e relacionamento com provedores, nos principais canais das operadoras Oi e Brasil Telecom.<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" /> <br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />A M4U é uma empresa de gestão de serviços de valor agregado (SVA) para telefonia móvel, fixa e convergente. Para tal, as principais competências desenvolvidas pela empresa estão reunidas nas áreas de Desenvolvimento de Soluções, Qualidade, Operações e Marketing/BI.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" /><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">A ABMI<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />A Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) foi fundada em janeiro de 2002 por produtores fonográficos independentes a partir da necessidade de articular e mobilizar o setor. De lá pra cá, com a reviravolta do mercado, a entidade viu o seu papel crescer em importância e se tornou a maior associação de gravadoras do país congregando produtores e artistas, muitos destes antes contratados de grandes gravadoras multinacionais que passaram a protagonizar e administrar seu próprio conteúdo musical através de suas próprias empresas fonográficas.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">A nova diretoria eleita para o biênio 2010-2012 tem como foco a melhoria da comunicação entre os Associados, com empresários e artistas debatendo e percebendo as demandas existentes inclusive fora do circuito das capitais Rio-São Paulo.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">A ABMI destaca-se como importante articuladora política. Está à frente do movimento pela imunidade tributária para a música brasileira (PEC da Música) e tem participação ativa em todas as discussões sobre mudanças de mercado, incluindo os recentes debates sobre a revisão da Lei de Direitos Autorais. Toda e qualquer discussão sobre o mercado e suas formas de regulamentação, incluindo novas tecnologias, novas mídias, produção independente e mudanças na legislação, tem participação ativa da ABMI que promove debates e seminários, está presente nos principais eventos e feiras ligados à indústria da música, facilita parcerias dentro da instituição e disponibiliza ferramentas para que seus associados melhor se posicionem no mercado.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">A ABMI conta, atualmente, com 106 associados – Biscoito Fino, MCD, Yb, Discobertas, Rádio MEC, MZA, CCC Discos, CID, Dabliu, Eldorado, Lab 344, Lua Music, Palavra Cantada, Rob Digital, Trilhos.Arte, Velas, Luar Music, Caco Music, entre muitos outros. O vasto catálogo de seus associados cobre os mais diversos estilos musicais e representa, no mercado nacional, a maior fatia da produção fonográfica atual. Juntos movimentam boa parte da indústria, contribuindo para a geração de empregos diretos e indiretos, arrecadação de impostos, registro e manutenção do acervo fonográfico do país e lançamento de novos artistas. Alguns dos mais importantes artistas e produtores brasileiros de todos os tempos têm em um dos associados da ABMI a sua representação. Estão aqui Ivete Sangalo, Roberto Menescal, Erasmo Carlos, Olívia Hime, Chico César, Marco Mazzolla, Wilson Souto Jr., Benjamin Taubkin, entre muitos outros.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">A ABMI atua não apenas no mercado brasileiro, mas também no mercado internacional aliando-se a outras organizações setoriais da música tendo como objetivo maior a integração do mercado brasileiro ao mercado mundial de música gravada. A ABMI tem cadeira cativa na WIN &#8211; Worldwide Independent Network, associação mundial de gravadoras e associações independentes, com mais de 800 associados em todo o mundo. Além da WIN a ABMI participa ativamente da MERLIN que vem se destacando como a mais importante articuladora de negócios da música em ambientes digitais em todo o mundo.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">São os objetivos principais da ABMI: participar efetivamente das questões que envolvam a produção fonográfica, zelar pelo equilíbrio nas relações artísticas, e atender às necessidades de seus associados dando suporte e ferramentas para que mantenham vivos o mercado e a música.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" /><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">A estrutura<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />A nova diretoria da ABMI é formada por: Luciana Pegorer (Delira Música), na presidência; Carlos Mills (Mills Records), na vice-presidência; Olívia Hime (Biscoito Fino) e Chico César (Chita Produções), no conselho diretor; André Agra (Sala de Som), Von Kilzer (Coqueiro Verde) e Eduardo Garcia (Mais Brasil Música), no conselho diretor e no conselho fiscal efetivo; Roberto Menescal (Albatroz) e Big Joe Manfra (Blues Time Records) no conselho diretor e no conselho fiscal suplente. Participam ainda como conselheiros, Marco Mazzola (MZA), Wilson Souto Jr. (Atração Fonográfica) e Carlos de Andrade (Visom Digital).</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">Serviço<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />Rio de Janeiro<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />Data: 26 e 27 de agosto<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />Local: Sebrae RJ – Auditório do CRAB &#8211; Praça Tiradentes nº 71 – Centro – RJ<br style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial;" />Horário: 9h às 17h</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">Inscrições com a Priscilla pelo telefone (11) 3036-1676 ou por email</span><a style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; text-decoration: none; color: #333333;" href="mailto:priscilla@abmi.com.br"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;">priscilla@abmi.com.br</span></a><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;"> até o dia 25 de agosto.</span></p>
<p style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 1em; margin-right: auto; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; text-align: justify; font-size: 0.6875em; padding: 0px;" align="justify"><span style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; font-family: Verdana; font-size: x-small;"><a style="outline-width: medium; outline-style: none; outline-color: initial; text-decoration: none; color: #0000ff; font-style: normal; font-size: 0.6875em;" href="http://www.musicnews.art.br/News.aspx?ID=31515" target="_blank">&gt;&gt; Leia Mais &#8211; Fonte Original</a></span></p>
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		<title>Fé na música</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 18:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feira da Música 2010</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cena Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Feira 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Feira Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais e Editais]]></category>
		<category><![CDATA[Música e Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A nona edição da Feira da Música de Fortaleza colocou a capital cearense no centro das atenções da cena alternativa brasileira. E o Ceará revelou nomes com chances de êxito nacional
Por Luciano Almeida Filho (Esta matéria foi originalmente publicada nas edições impressa e online do jornal O Povo/CE
Quem passou pelas dependências e o entorno do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A nona edição da Feira da Música de Fortaleza colocou a capital cearense no centro das atenções da cena alternativa brasileira. E o Ceará revelou nomes com chances de êxito nacional</p>
<p>Por Luciano Almeida Filho (Esta matéria foi originalmente publicada nas edições impressa e online do jornal <a href="http://opovo.uol.com.br/app/opovo/vida-e-arte/2010/08/24/internaimpressavidaearte,2033974/fe-na-musica.shtml">O Povo/CE</a></p>
<p>Quem passou pelas dependências e o entorno do Centro Dragão do Mar entre quarta-feira passada (18) e a madrugada de domingo (22), se deparou com um movimento fora do normal, para além da agitação já tradicional dos bares, boates e da programação do próprio centro cultural. Encontrou uma Fortaleza fervilhante, com shows nos mais diversos espaços e tribos das mais variadas circulando pra lá e pra cá, ao sabor dos sons, e na maior paz em nome da música em toda sua diversidade.</p>
<p>A nona edição da Feira da Música parece ter achado seu formato ideal, colocando a capital cearense no centro do foco da cena independente brasileira (Ou seria a capital do movimento Fora do Eixo?). Eram atrações vindas de norte a sul do Brasil, sem exagero – músicos gaúchos se encontraram com colegas do Amapá, do Mato Grosso do Sul e, é claro, cearenses, paulistas, pernambucanos, mineiros, paraibanos, potiguares, baianos etc e tal.</p>
<p>Mas vamos puxar a brasa para a nossa sardinha. Isto é, vamos falar dos destaques cearenses. Jonnata Doll e os Garotos Solventes provaram que o rock ainda pode ser subversivo, perigoso, selvagem e divertido&#8230; muito divertido. Sua apresentação, fechando a programação do Palco Rock no Sesc Senac Iracema, noite de sábado (21), foi antológica. Jonathan saiu de lá consagrado como o ‘Iggy Pop da era da pedra queimada’. Mais cedo, o trio Facada provou porque é uma das bandas mais fortes do grindcore brasileiro; a galera pogou como pode no espaço apertado entre a arquibancada e o palco de um palmo de altura.</p>
<p>No mesmo espaço, na sexta (20), O Sonso fez o lançamento de seu CD de estreia e mostrou que está prontinho, no ponto para o sucesso nacional. Sua mescla de rock com música popular brasileira de veia romântica é capaz de emplacar até em trilha sonora de novela, com letras inteligentes e melodias sedutoras. Mais ou menos no mesmo horário, no Palco Brasil Independente, Laya Lopes mais uma vez esbanjava seu charme à frente do Jardim das Horas. Sonso e Jardim são duas bandas cearenses já radicadas em São Paulo com grandes chances de êxito, seguindo os passos abertos por Catatau e seu Cidadão Instigado. Já no sábado, foi o hip hop cearense que mostrou sua força a partir do trabalho do DJ Doido com os MCs do Quilombo Favela, Uns e Outros e a participação especial da Comunidade da Rima.</p>
<p>Mas quem achava que só o rock, pop e rap locais tiveram vez, no Palco Instrumental, a big-band Assaré Band e o Quarteto de Trombones do Estado do Ceará fizeram apresentações de deixar todos de queixo caído. Quem ia passando pelo palco sob passarela, não conseguia sair até o fim das apresentações. Com repertórios afiados e domínio de seus instrumentos, as duas formações ainda esbanjaram carisma – coisa rara no meio da música instrumental. São apostas certas para o circuito de festivais de música instrumental e jazz.</p>
<p>O mestre Messias Holanda, que encerrou a segunda noite de shows da feira, botou o público para dançar e a Praça Verde se transformou num imenso forró ao ar livre. Secundado por uma banda afiada, Messias surpreendeu com energia, segurança e domínio do seu métier. E ainda decretou: “não tá mais trepando no pé de coco, agora ele está chupando manga”.</p>
<p>Bem&#8230; já dá pra perceber que se você gosta de música e/ou vive de música de alguma forma e não apareceu para conferir a Feira da Música perdeu grandes oportunidades. Seja de conferir shows incríveis ou uma mera visita os estandes, seja para fazer os melhores contatos possíveis para ampliar sua carreira para além das fronteiras cearenses.</p>
<p>É verdade e dou fé!</p>
<p><strong>E-Mais</strong></p>
<p>A noite de sábado (21) do Palco Instrumental reuniu grandes trabalhos que mudaram o perfil do normalmente comportado público do local. O trio paulista Dead Rocks mostrou estilo e energia com sua surf music. Na sequência, veio de Natal (RN) a Camarones Orquestra Guitarrística misturou surf music com carimbó e outras matizes da música instrumental de guitarra com intervenções eletrônicas a cargo de Anderson Foca. E para encerrar, os pernambucanos do Ska Maria Pastora misturaram o ritmo ancestral jamaicano com o frevo de rua e não deixaram ninguém parado.</p>
<p>Aliás, o frevo pernambucano já tinha dado sua cara no mesmo palco sob passarela, no dia anterior (20), seja na versão experimental de Antúlio Madureira seja no bastião da tradição que é a Orquestra Popular do Recife, do maestro Formiga. Tinha gente arriscando passos do frevo até mesmo no alto da passarela</p>
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		<title>Hoje é o último dia da IX Feira da Música de Fortaleza</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 22:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JMonteiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Feira 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[A IX Feira da Música de Fortaleza (CE) termina neste sábado (21). Recebendo pessoas inseridas no circuito independente e novos públicos – tanto para os artistas como para o universo de negócios do mercado independente – a Feira finaliza sua programação com presença firme no calendário cultural cearense e do Brasil. Facilitando o encontro entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>IX Feira da Música de Fortaleza (CE)</strong> termina neste sábado (21). Recebendo pessoas inseridas no circuito independente e novos públicos – tanto para os artistas como para o universo de negócios do mercado independente – a Feira finaliza sua programação com presença firme no calendário cultural cearense e do Brasil. Facilitando o encontro entre consumidores, profissionais e os demais envolvidos no meio musical num mesmo espaço, o evento encerra seu ciclo de 2010 na expectativa do próximo. Em 2011, a Feira completará 10 anos de realização.</p>
<p>De 18 a 21 de agosto, toda a programação da Feira esteve distribuída pelos espaços do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Pela primeira vez, a Feira – evento pioneiro no setor de música e negócios – ocupou o centro cultural com outras atividades além dos shows. Agora, oficinas, painéis, workshops, a rodada de negócios, a exposição de estandes, dentre outras divisões da programação do evento, estiveram concentradas entre os limites do Dragão e de seu entorno, na Praia de Iracema. O acesso é gratuito.</p>
<p>Com a nova distribuição espacial, a Feira da Música de Fortaleza aproximou arte, reflexão e empreendedorismo. <strong>Confira o último dia de programação oficial</strong>, no site: <a href="http://www.feiradamusica.com.br/programacao/programacao-geral-da-feira-da-musica-2010/">http://www.feiradamusica.com.br/programacao/programacao-geral-da-feira-da-musica-2010/</a></p>
<p><strong>Mostra de Música Independente</strong> &#8211; Trouxe uma programação com 50 atrações – entre artistas locais e de estados como Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Bahia, Amapá e Rio de Janeiro &#8211; divididas em palcos espalhados pelo Dragão do Mar, a exemplo do que ocorreu em edições anteriores.</p>
<p>Os shows começaram a partir das 19h. Na Praça Verde, o palco Brasil Independente trouxe uma escalação diversa, privilegiando a multiplicidade de estilos e gêneros, da típica música brasileira ao rap. O palco da Passarela abriu espaço para a música instrumental. E as bandas de rock se concentraram no palco do Sesc Senac Iracema.</p>
<p>Para a edição 2010, a Feira da Música recebeu o número recorde de 841 inscrições de artistas para a programação de shows. Deste total, 297 foram de Fortaleza, através do processo seletivo realizado em três etapas durante a III Mostra Petrúcio Maia no último mês de maio. Outras 544 inscrições vieram do interior do Ceará, dos demais estados do Brasil e ainda de países como Argentina, Bolívia, Uruguai e Haiti.</p>
<p><strong>Encontro Internacional da Música</strong> &#8211; Reunindo oficinas, lançamentos de publicações musicais, painéis e workshops – o Encontro estreou no espaço do Centro Dragão do Mar este ano, estendendo as atividades para o entorno do centro cultural também, com programação no Sesc Senac Iracema, no Buoni Amici´s e no Alpendre. As atividades promoveram capacitação e/ou trouxeram reflexões necessárias à compreensão dos rumos da cadeia produtiva da música.</p>
<p>Em 2010, a organização da Feira da Música sinalizou para novos focos de atuação, com “um olhar para o Nordeste” e “outro para a América Latina”. Ambas as visões têm a perspectiva de articulações para a integração do mercado da música a nível regional e continental, respectivamente. Endossando a idéia, a Feira sediou o Congresso Fora do Eixo Nordeste na programação do Encontro e recebeu convidados que representam o diálogo entre o mercado nacional e o latino. Os articuladores marcaram presença na programação dos painéis.</p>
<p>Os horários do Encontro seguiram uma dinâmica própria e ocuparam manhã, tarde e início da noite – dependendo da programação de cada atividade.</p>
<p><strong>Pavilhão de Negócios</strong> – Concentrou os expositores da Feira e, da mesma forma que o Encontro Internacional da Música, aconteceu pela primeira vez nos espaços do Dragão do Mar. Uma sinalização adequada orientou visitantes e convidados sobre os limites do pavilhão. O local concentrou estandes institucionais e de empreendedores – com espaço para compra e venda de produtos, praça de alimentação, café e a Rodada de Negócios.</p>
<p>A Rodada é o espaço de encontro dedicado ao acerto de negócios entre músicos, produtores, jornalistas e empreendedores da música em geral. A atividade aconteceu sempre de 15 às 19 horas, durante todos os dias de realização da Feira, de 18 a 21 de agosto.</p>
<p><strong>Histórico</strong> – A IX Feira da Música de Fortaleza é uma realização da Associação dos Produtores de Discos do Ceará (ProDisc) em parceria com o Sebrae (CE). Em 2010 conta com a promoção da Prefeitura de Fortaleza, patrocínio do Banco do Nordeste, BNDES, Marcosa e Ibyte, com incentivo do Sistema Estadual de Cultura. A nona edição da Feira de Fortaleza é o primeiro evento regional apoiado pela Feira Música Brasil, uma iniciativa do Ministério da Cultura realizada pelo Centro de Música da Funarte (CEMUS) com a parceria do Conselho Rede Música Brasil. Este ano, a Feira Música Brasil será realizada em Belo Horizonte (MG), de 8 a 12 de dezembro. Para mais informações, acesse o site da Feira Música Brasil: www.feiramusicabrasil.com.br.</p>
<p><strong>Serviço</strong> – IX Feira da Música de Fortaleza (CE). De 18 a 21 de agosto, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Praia de Iracema) e entorno. A Feira está aberta à visitação até hoje, sábado (21), a partir das 15h. Acesso gratuito. Info.: (85) 3262.5011 – <a href="www.feiradamusica.com.br">www.feiradamusica.com.br</a><br />
Imagem do show de Bernadino Mota no Palco Instrumental da Feira 2010. Crédito: Karen Pedregal</p>
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		<title>Terceiro dia de programação da IX Feira da Música de Fortaleza movimenta o Dragão do Mar</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 23:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JMonteiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Feira 2010]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os shows da IX Feira da Música de Fortaleza (CE) começaram ontem e o evento prossegue com o terceiro dia de programação nesta sexta (20). De 18 a 21 de agosto, toda a programação da Feira está distribuída pelos espaços do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Pela primeira vez, a Feira – evento pioneiro no setor de música e negócios – ocupa o centro cultural com outras atividades além dos shows. Agora, oficinas, painéis, workshops, a rodada de negócios, a exposição de estandes, dentre outras divisões da programação do evento, estão concentradas entre os limites do Dragão e de seu entorno, na Praia de Iracema. O acesso é gratuito.<br />
Com a nova distribuição espacial, a Feira da Música de Fortaleza aproxima arte, reflexão e empreendedorismo. Confira a programação oficial por data, no site:  <a href="http://www.feiradamusica.com.br/programacao/programacao-geral-da-feira-da-musica-2010/">http://www.feiradamusica.com.br/programacao/programacao-geral-da-feira-da-musica-2010/</a></p>
<p><strong>Mostra de Música Independente</strong> &#8211; Traz uma programação com 50 atrações – entre artistas locais e de estados como Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Bahia, Amapá e Rio de Janeiro &#8211; divididas em palcos espalhados pelo Dragão do Mar, a exemplo do que ocorreu em edições anteriores.</p>
<p>Os shows começarão a partir das 19h. Na Praça Verde, o palco Brasil Independente traz uma escalação diversa, privilegiando a multiplicidade de estilos e gêneros, da típica música brasileira ao rap. O palco da Passarela abre espaço para a música instrumental. E as bandas de rock se concentram no palco do Sesc Senac Iracema.</p>
<p>Para a edição 2010, a Feira da Música recebeu o número recorde de 841 inscrições de artistas para a programação de shows. Deste total, 297 foram de Fortaleza, através do processo seletivo realizado em três etapas durante a III Mostra Petrúcio Maia no último mês de maio. Outras 544 inscrições vieram do interior do Ceará, dos demais estados do Brasil e ainda de países como Argentina, Bolívia, Uruguai e Haiti.</p>
<p><strong>Encontro Internacional da Música</strong> &#8211; Reunindo oficinas, lançamentos de publicações musicais, painéis e workshops – o Encontro estréia no espaço do Centro Dragão do Mar este ano, estendendo as atividades para o entorno do centro cultural também, com programação no Sesc Senac Iracema, no Buoni Amici´s e no Alpendre. As atividades promovem capacitação e/ou trazem reflexões necessárias à compreensão dos rumos da cadeia produtiva da música.</p>
<p>Em 2010, a organização da Feira da Música sinaliza para novos focos de atuação, com “um olhar para o Nordeste” e “outro para a América Latina”. Ambas as visões têm a perspectiva de articulações para a integração do mercado da música a nível regional e continental, respectivamente. Endossando a idéia, a Feira sediará o Congresso Fora do Eixo Nordeste na programação do Encontro e receberá convidados que representam o diálogo entre o mercado nacional e o latino. Os articuladores marcam presença na programação dos painéis.</p>
<p>Os horários do Encontro seguem uma dinâmica própria e ocupam manhã, tarde e início da noite – dependendo da programação de cada atividade.</p>
<p><strong>Pavilhão de Negócios</strong> – Concentra os expositores da Feira e, da mesma forma que o Encontro Internacional da Música, acontece pela primeira vez nos espaços do Dragão do Mar. Uma sinalização adequada orientará visitantes e convidados sobre os limites do pavilhão. O local vai concentrar estandes institucionais e de empreendedores – com espaço para compra e venda de produtos, praça de alimentação, café e a Rodada de Negócios.</p>
<p>A Rodada é o espaço de encontro dedicado ao acerto de negócios entre músicos, produtores, jornalistas e empreendedores da música em geral. A atividade acontecerá sempre de 15 às 19 horas, durante todos os dias de realização da Feira, de 18 a 21 de agosto.</p>
<p><strong>Histórico</strong> – A IX Feira da Música de Fortaleza é uma realização da Associação dos Produtores de Discos do Ceará (ProDisc) em parceria com o Sebrae (CE). Em 2010 conta com a promoção da Prefeitura de Fortaleza, patrocínio do Banco do Nordeste, BNDES, Marcosa e Ibyte, com incentivo do Sistema Estadual de Cultura. A nona edição da Feira de Fortaleza é o primeiro evento regional apoiado pela Feira Música Brasil, uma iniciativa do Ministério da Cultura realizada pelo Centro de Música da Funarte (CEMUS) com a parceria do Conselho Rede Música Brasil. Este ano, a Feira Música Brasil será realizada em Belo Horizonte (MG), de 8 a 12 de dezembro. Para mais informações, acesse o site da Feira Música Brasil: <a href="www.feiramusicabrasil.com.br">www.feiramusicabrasil.com.br</a>.</p>
<p>Consolidada como um dos maiores encontros de música e negócios do Brasil, a Feira da Música de Fortaleza entra na expectativa para a realização de sua nona edição com o respaldo das edições anteriores. A Feira acontece desde 2002 e, em 2009, reuniu mais de 40 mil visitantes, foi sede de um encontro importante para a fundação da Rede Música Brasil (RMB), implantou a moeda complementar “Patativa” na recepção dos convidados – sinalizando com a forte tendência de se trabalhar a cadeia produtiva da música à base da economia solidária.</p>
<p><strong>Serviço</strong> – IX Feira da Música de Fortaleza (CE). De 18 a 21 de agosto, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Praia de Iracema) e entorno. A Feira estará aberta à visitação todos os dias a partir das 15h. Acesso gratuito. Info.: (85) 3262.5011 – <a href="www.feiradamusica.com.br">www.feiradamusica.com.br<br />
</a>Imagem do show do Autoramas ontem, quinta (19), no palco Rock do Sesc Iracema. Crédito: Karen Pedregal</p>
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