A Fundação Nacional de Arte (Funarte) promoverá, de 19 a 22 de agosto, uma série de espaços dentro do VIII Encontro Internacional da Música, evento integrante da Feira da Música 2009. Além de um painel no primeiro dia da Feira, três Grupos de Trabalho reunirão profissionais da indústria da música, de produtores a técnicos e artistas.
Cacá Machado, diretor do Centro de Música – Cemus/Funarte/MinC, enfatiza, por meio de uma carta convocatória, a importância de todas as entidades, fóruns e organizações da sociedade civil comparecerem à programação. Entre as discussões, um dos assuntos tratados será a Rede Música Brasil, série de editais de apoio a festivais, a passagens, a artistas, à capacitação/qualificação etc. O atual cenário da música brasileira será debatido “para pactuarmos caminhos e soluções”, afirma Cacá na mensagem.
O painel “Políticas Públicas para Música – ações e políticas musicais da nova gestão do Centro de Música / Ministério da Cultura / Rede Brasil de Música – FUNARTE”, no dia 19 de agosto, das 14h às 16h, tratará das políticas do Governo para o setor musical. Estarão presentes na mesa o próprio Cacá e outros membros do Cemus, como Thiago Cury (coordenador de Fomento e Difusão), Maya Suemi (coordenadora de Estudos e Qualificações), Eulícia Esteves (coordenadora de Música Popular) e Ana Terra (Articulação Política), além de Juliana Nolasco (gerente do Prodec – Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Economia Cultural – MinC).
O Grupo de Trabalho 1, realizado de 20 a 21 de agosto, das 9h30min às 12h30min, terá como tema “Circulação e Difusão/Produção – Construindo a Rede Música Brasil”, onde será discutido o papel das entidades nacionais, os eventos musicais, o incentivo à exportação e o Sistema Nacional de Música Independente.
Já o Grupo de Trabalho 2, realizado paralelamente ao primeiro, terá como mote “Circulação e Difusão/Formação – Construindo a Rede Música Brasil”, e incluirá falas sobre o papel das rádios públicas, os veículos independentes e as novas possibilidades das mídias digitais, além do ensino obrigatório de música nas escolas e os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) em Arte.
O Grupo de Trabalho 3, reunido no dia 21, das 9h30min às 12h30min, intitulado “Diálogo e Articulação dos representantes do grupo ‘Pró-Conferência/Rede Música Brasil’ com a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura” focará em debates sobre diversas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) e Projetos de Lei (PLs), como a reforma da Lei Rouanet, da Lei dos Direitos Autorais, o Plano Nacional de Cultura (PNC), além da proposta de instituição do Sistema Nacional de Cultura, a desoneração/isenção de impostos para música etc., incluindo também a regulamentação da profissão de músico.
No dia 22, das 9h30 às 11h, todos os GTs se reunirão para o fechamento das discussões e apresentação dos compêndios. Além disso, das 11h às 13h, ocorrerá a “Oficialização presencial do grupo Pró-Conferência”, com a institucionalização do grupo Pró-Conferência, a organização das cinco Pré-Conferências Setoriais etc.
Informações
FUNARTE – CENTRO DA MÚSICA | Cemus
Rua da Imprensa 16, sala 1308 – Centro
CEP: 20030-120 Rio de Janeiro – RJ
Fones: (21) 2240-5158 / 2215-5278 / 2279-8106

boa hora para organizar as visões de gestão,produção e formação em música.
As discussões e avanços dentro da Cultura estão avançando de maneira maravilhosa mas as ações atuais e reais causam certo desconforto. Hoje, 20 de agosto, tentamos encontrar alguma resposta para o atraso (chamada de prorrogação) de 1 mês que a Funarte executou em seu Edital de shows. A data era 20 julho e foi mudada ( os motivos geram mal estar e desconforto em todos os envolvidos que entregaram suas propostas pontualmente) ao bel prazer. Depois de um mês não existe qualquer informação ou satisfação ou consideração com os artistas envolvidos.
Deixo um pedido de transparência, coerência e consideração aos Editais futuros.
Por favor, evitem prorrogar as datas e beneficiar poucos!
Precisamos virar essa página!!!
Assino embaixo as colocações de Gerson de Souza.
Precisamos de transparência e respeito por parte das instituições.
Na Cooperativa de Músicos de São Paulo, ouvimos dizer que a prorrogação se deu devido ao número de projetos inscritos.
Oficialmente disseram que foram muitos, mas se fossem muitos talvez devessem alterar a data de início dos shows e não a data de inscrição. O que seria mais coerente!
Extra-oficialmente soprou-se que a adesão foi bem baixa, justamente o contrário.
Clareza e cumprimento das datas são sempre bem vindos!!!